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Reciclando Blocos de Concreto

23:06 Posted by Multiflora Fernandopolis



Os blocos de concreto por muito tempo foi sinonimo de construção rapida e de baixo custo, mas no decorrer do tempo foi perdendo espaço para outros tipos de materiais e assim foi caindo no esquecimento. Atualmente ganhou espaço nos jardins verticais pela facilidade, rapidez e economia de ser montado. Veja algumas dicas de como utilizá-lo.






Ceramica para crianças

22:40 Posted by Multiflora Fernandopolis



Os vasos de ceramica sempre tiveram espaço garantido nos jardins e na decoração de ambientes internos e externos. A escolha de peças em ceramicas tradicionais ou contemporaneas podem modificar os ambientes com requinte e bom gosto. Mas o que muitas pessoas desconhecem é que várias peças de ceramica combinadas entre sí podem criar esculturas bem divertidas e deixar seus ambientes bem mais agradáveis para as crianças, despertando nelas o amor pelas plantas. Basta um pouco de tinta colorida e muita criatividade, confira algumas idéias.







Atos de necessidade

22:10 Posted by Multiflora Fernandopolis



Todos tem conhecimento do recorrente aumento no acumulo de lixo em nosso habitat e que é preciso rever conceitos e atitudes em relação ao bem estar do nosso planeta. O ato de reciclar e reaproveitar deve começar com pequenas atitudes em nosso cotidiano para daí tomar a dimensão necessária para o controle deste mal.
Comece trocando embalagens descartáveis pelas retornáveis e reaproveitando o máximo tudo que já foi usado em novas atividades.
Segue algumas dicas de reaproveitamento para seu jardim.

 jardim vertical com pallets de madeira

floreira com pneu usado

garrafas pet para decorar o jardim

comedouros e casinhas de pássaros com latas usadas

comedouro com garrafas pet

floreiras com garrafas pet

Esguichos com garrafa pet

pallets usados em jardins verticais

Irrigação com garrafas pet

pneus velhos como vasos


A idéia principal é utilizar a criatividade e transformar ambientes com materiais usados que ainda podem ser reaproveitados, o planeta agradece.

Banana Laranja

18:18 Posted by Victinho Fernandópolis



Não é trocadilho, muito menos uma má formação genética entre frutas. Foram quase uma década de pesquisas e desenvolvimento para produzir geneticamente uma nova espécie de banana com a finalidade de combater a fome.
Ricas em beta-caroteno, esta nova variedade de banana modificada pretende acrescentar mais vitamina A no organismo, especialmente desenvolvida para as crianças na África que sofrem de deficiências desse tipo de vitamina.
É fácil identificar a nova variedade de banana devido a sua cor alaranjada, característica de alimentos com carotenoides.
Bill e Melinda Gates financiaram a pesquisa com a doação de cerca de R$ 22 milhões através de sua Fundação à Universidade de Tecnologia de Queensland, na Austrália, mas a ideia, no entanto, não é só de produzir esta variedade de banana em laboratório e sim ganhar espaço nos pequenos cultivos caseiros. Ensinando o cultivo de pequenas bananeiras, que produzem frutos sem sementes, aos agricultores de Uganda, local onde há uma enorme escassez de alimentos, a fruta ganhará mais espaço na alimentação do sofrido povo daquela região, onde quase 70% da população sobrevive devido ao consumo da fruta. A deficiência de vitamina A não só mata crianças, mas também as deixam cegas depois de um tempo. Por isso, essa nova espécie, mesmo sendo fruto de pesquisas de laboratório e não da natureza, pode representar a melhoria na qualidade de vida de milhões de pessoas em todo o mundo.
Se tudo correr bem, os agricultores ugandenses terão essas novas bananas crescendo em grande escala até 2020.





Esta descoberta não é inteiramente graças às possibilidades da modificação de genes em laboratórios. Um bom cruzamento antiquado da bananeira australiana com outra variedade, nativa da Micronésia e chamada de "quilate", também tem sido usado para melhorar a visão de crianças durante séculos. 

Idéias Criativas - Mini Jardins

18:07 Posted by Multiflora Fernandopolis



Fazer jardins é a arte de transformar ambientes, que muitas vezes esta esquecido ou abandonado em verdadeiros cantinhos mágicos e aconchegantes, que além de embelezar o local ainda nos ajudam a relaxar. Sempre existe espaço para formar um jardim em nossa casa ou no local de trabalho, mas muitas pessoas deixam de faze-lo por não conhecer as técnicas de aproveitamento de espaço ou por não utilizar todos os recursos disponíveis.
Na criação de ambientes verdes é possível utilizar vasos, cachepos, arandelas, bacias, floreiras, terrários, objetos reciclados, antiguidades, etc, aproveitar os espaços horizontais e verticais e tudo mais que sua criatividade desejar. Abaixo algumas fotos de mini jardins que são verdadeiras obras de arte.
















Amando a Natureza

23:08 Posted by Victinho Fernandópolis


Cada vez que deixamos de lado a correria do dia-a-dia e começamos a apreciar as belezas da Natureza começamos a entender o quanto somos insignificantes neste mundo tão imenso. O homem, os animais e as plantas em perfeita sintonia traz harmonia ao mundo.












Confrei

22:53 Posted by Multiflora Fernandopolis



NOME CIENTÍFICO: Symphytum officinalis L.

FAMÍLIA BOTÂNICABoraginaceae.

SINONÍMIA: Capim-roxo-da-rússia, confrey, consolda, consolda-maior, consolda-menor, consólida, consólida-do-cáucaso, consólida-maior, erva-do-cardeal, grande-consolda, leite-vegetal-da-rússia, língua-de-vaca, orelhas-de-asno, orelha-de-burro, orelha-de-vaca.

HABITAT: Espécie alóctone, originária da Ásia, que cresce em terrenos e relvados úmidos. Ocorre até 1.500m de altura. Cultivada no Brasil em jardins e hortas.

FITOLOGIA: Planta herbácea cespitosa, vivaz, de rizoma grosso e raízes fusiformes, fasciculadas, caule de 40 a 60cm, ereto, ramoso, oco, áspero, anguloso e alado. Folhas ovado-agudas, ou oblongo-lanceoladas, acuminadas, pouco onduladas, decrescentes da base para o ápice, áspera e pilosa. As folhas superiores são sésseis, enquanto as demais, mais pecioladas quanto mais próximas do solo; todas são oval-agudas ou oblongo-lanceoladas, acuminadas, levemente onduladas, decrescentes da base para o ápice. Flores grandes, brancas, tubulosas, infundibuliformes, pêndulas e dispostas no ápice dos ramos em cimeiras geminadas curtas e escorpióides. O fruto é composto de quatro aquênios lisos e vernicosos. A raiz é escura externamente e alva internamente.

CLIMA: É originária de clima temperado, mas adapta-se aos subtropicais e até os tropicais. É higrófita. Tolera a meia-sombra.

SOLO: Cresce melhor em solos ricos em matéria orgânica, soltos e com um bom teor de umidade, mas tolera os períodos de seca.

AGROLOGIA
·        Espaçamento: 0,8 x 0,80m.
·      Propagação: divisão de touceiras, estacas e pedaços de rizomas da planta matriz. Utilizam-se substratos leves e porosos para o enraizamento (casca de arroz tostada, vemiculita, areia).
·      Nutrição: planta desenvolve-se melhor a quando suprida com nitrogênio e cálcio.
·      Adubação: 3 a 4kg/m2 de cama de aviário e 100g/m2 de fosfato natural, no plantio. Após cada corte de folhas, aplicar 10g de nitrato de cálcio por planta.
·      Plantio: deve coincidir com períodos crescente de temperatura e umidade.
·      Doenças: as raízes são susceptíveis a fungos do solo.
·      Florescimento: ocorre no verão.
·  Colheita: As folhas são colhidas a cada dois meses, a partir de um ano de cultivo, na primavera e verão. As raízes e os rizomas são coletadas só após o quarto ano, no final do outono até o final do inverno.
·      Rendimento: A planta produz cerca de 150 folhas por ano.
·      Renovação: embora a raiz da planta sobrevive até 40 anos de idade, a cultura deve ser renovada a cada 5 a 6 anos.
·      Produção de sementes: não se constatou a formação de sementes viáveis.

PARTES UTILIZADAS: Rizoma, raiz e folhas adultas, pois as folhas novas são tóxicas.

FITOQUÍMICA: Ácido galo-tânico, sinfitocinoglossina, lasiocarpina, resina, tanino, alcalóides pirrolizidínicos (sinfitina e equimidina), isoleucina, leucina, fenilamina, melonina, treolina, triptofano, valina, arginina, histidina, tirosina, prolina, cistina, arinina, pirrolizidina, mucilagens, ferro, manganês, zinco, cálcio, fósforo, vitaminas A, B1, B2, B12, C, ácido pantotênico, alantoína (Walter Accorsi, colina, minerais e ácido fólico. A planta encerra o alcalóide alantoína, que é responsável pela hidratação e cicatrização de uma ferida em apenas um dia (ungüento da folha). Contém 9,06% de cinzas. É citado como o vegetal mais rico em vitaminas e sais minerais, destacando-se os minerais, ferro, manganês, cálcio, fósforo e zinco. O teor de alantoína varia de 0,44 a 0,50% nas folhas (no verão) a 0,60 a 2,55%, nas raízes, cujo teor de cinzas é de 9,06% .

PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Hemostática, antiinflamatória, cicatrizante, antidiarréica, antidisentérica, adstringente, vulnerária, anti-reumática, desintoxicante, anticancerígena, antidiabética, laxante, antianêmica, mineralizante, antiasmática, antileucêmica, tônica, anti-hemorroidária, amarga, mucilaginosa, calmante e depurativa. A raiz é emoliente, béquica e expectorante.

INDICAÇÕES: Favorece a restauração de tecidos ulcerados, feridas, cortes, fraturas e afecções ósseas. Atua como indutor da produção calcária. Indicada ainda para hematúria, tuberculose, intoxicações gerais, hepatite, bronquite, lábios secos ou rachados, hemoptises, furúnculos, úlceras, cefalalgias, icterícia,  debilidade, queimaduras, gastrite e senilidade prematura. Elimina sardas, espinhas, irritações na pele e dores nos olhos, nas costas e nos músculos; regulariza a pressão arterial.  A raiz, que é a parte mais utilizada, normaliza a atividade sexual e mantém a pigmentação natural do cabelo. Cozida em vinho, combate a hemoptise e regula os fluxos sangüíneos.

FORMAS DE USO
·     Alcoolatura: misturar 1 parte de sumo das folhas em 5 partes de álcool. Aplicar sobre as partes afetadas.
·   Cataplasma: amassar as folhas até ponto de pasta e aplicar sobre o ferimento. Pode-se adicionar um pouco de glicerina à pasta.
·      Emplastro: esmagar as folhas em água morna e aplicar sobre o ferimento 2 vezes ao dia. No caso de contusões e inchaços, colocar o emplastro dentro de um pano antes de aplicar.
·      Infusão ou Tisana:
Þ  30g de folhas por litro de água.
Þ  2 folhas maturas em 2 copos de água quente. Tomar 3 vezes ao dia.
·      Compressa: usar o decôcto das folhas sobre feridas e queimaduras, várias vezes ao dia.
·      Decôcto: ferver por 5 minutos 1 colher das de chá de rizoma em 1 xícara das de chá de água. Tomar 3 xícaras ao dia (bronquite e tosse). Para úlceras internas, tomar 1 xícara em jejum e após as refeições.

TOXICOLOGIA: O uso interno pode resultar em irritações gástricas, graves lesões hepáticas e carcinogênicas, devido aos alcalóides pirrolizidínicos, que também são mutagênicos e pneumotóxicos. O consumo de leite, carne e mel de animais cronicamente contaminados pode também resultar em efeitos deletérios ao homem. O Ministério da Saúde do Brasil proíbe o uso interno do confrei.  As folhas do confrei tem uma pubescência irritante à pele.

OUTRAS PROPRIEDADES
·      A raiz é adocicada e mucilaginosa.
·      Obtém-se da planta uma tinta vermelha para o tingimento de peles e lãs.

·      É muito utilizada como forrageira, pelo alto teor protéico e pela alta produção de massa verde.

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