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Amando a Natureza

23:08 Posted by Victinho Fernandópolis


Cada vez que deixamos de lado a correria do dia-a-dia e começamos a apreciar as belezas da Natureza começamos a entender o quanto somos insignificantes neste mundo tão imenso. O homem, os animais e as plantas em perfeita sintonia traz harmonia ao mundo.












Confrei

22:53 Posted by Multiflora Fernandopolis



NOME CIENTÍFICO: Symphytum officinalis L.

FAMÍLIA BOTÂNICABoraginaceae.

SINONÍMIA: Capim-roxo-da-rússia, confrey, consolda, consolda-maior, consolda-menor, consólida, consólida-do-cáucaso, consólida-maior, erva-do-cardeal, grande-consolda, leite-vegetal-da-rússia, língua-de-vaca, orelhas-de-asno, orelha-de-burro, orelha-de-vaca.

HABITAT: Espécie alóctone, originária da Ásia, que cresce em terrenos e relvados úmidos. Ocorre até 1.500m de altura. Cultivada no Brasil em jardins e hortas.

FITOLOGIA: Planta herbácea cespitosa, vivaz, de rizoma grosso e raízes fusiformes, fasciculadas, caule de 40 a 60cm, ereto, ramoso, oco, áspero, anguloso e alado. Folhas ovado-agudas, ou oblongo-lanceoladas, acuminadas, pouco onduladas, decrescentes da base para o ápice, áspera e pilosa. As folhas superiores são sésseis, enquanto as demais, mais pecioladas quanto mais próximas do solo; todas são oval-agudas ou oblongo-lanceoladas, acuminadas, levemente onduladas, decrescentes da base para o ápice. Flores grandes, brancas, tubulosas, infundibuliformes, pêndulas e dispostas no ápice dos ramos em cimeiras geminadas curtas e escorpióides. O fruto é composto de quatro aquênios lisos e vernicosos. A raiz é escura externamente e alva internamente.

CLIMA: É originária de clima temperado, mas adapta-se aos subtropicais e até os tropicais. É higrófita. Tolera a meia-sombra.

SOLO: Cresce melhor em solos ricos em matéria orgânica, soltos e com um bom teor de umidade, mas tolera os períodos de seca.

AGROLOGIA
·        Espaçamento: 0,8 x 0,80m.
·      Propagação: divisão de touceiras, estacas e pedaços de rizomas da planta matriz. Utilizam-se substratos leves e porosos para o enraizamento (casca de arroz tostada, vemiculita, areia).
·      Nutrição: planta desenvolve-se melhor a quando suprida com nitrogênio e cálcio.
·      Adubação: 3 a 4kg/m2 de cama de aviário e 100g/m2 de fosfato natural, no plantio. Após cada corte de folhas, aplicar 10g de nitrato de cálcio por planta.
·      Plantio: deve coincidir com períodos crescente de temperatura e umidade.
·      Doenças: as raízes são susceptíveis a fungos do solo.
·      Florescimento: ocorre no verão.
·  Colheita: As folhas são colhidas a cada dois meses, a partir de um ano de cultivo, na primavera e verão. As raízes e os rizomas são coletadas só após o quarto ano, no final do outono até o final do inverno.
·      Rendimento: A planta produz cerca de 150 folhas por ano.
·      Renovação: embora a raiz da planta sobrevive até 40 anos de idade, a cultura deve ser renovada a cada 5 a 6 anos.
·      Produção de sementes: não se constatou a formação de sementes viáveis.

PARTES UTILIZADAS: Rizoma, raiz e folhas adultas, pois as folhas novas são tóxicas.

FITOQUÍMICA: Ácido galo-tânico, sinfitocinoglossina, lasiocarpina, resina, tanino, alcalóides pirrolizidínicos (sinfitina e equimidina), isoleucina, leucina, fenilamina, melonina, treolina, triptofano, valina, arginina, histidina, tirosina, prolina, cistina, arinina, pirrolizidina, mucilagens, ferro, manganês, zinco, cálcio, fósforo, vitaminas A, B1, B2, B12, C, ácido pantotênico, alantoína (Walter Accorsi, colina, minerais e ácido fólico. A planta encerra o alcalóide alantoína, que é responsável pela hidratação e cicatrização de uma ferida em apenas um dia (ungüento da folha). Contém 9,06% de cinzas. É citado como o vegetal mais rico em vitaminas e sais minerais, destacando-se os minerais, ferro, manganês, cálcio, fósforo e zinco. O teor de alantoína varia de 0,44 a 0,50% nas folhas (no verão) a 0,60 a 2,55%, nas raízes, cujo teor de cinzas é de 9,06% .

PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Hemostática, antiinflamatória, cicatrizante, antidiarréica, antidisentérica, adstringente, vulnerária, anti-reumática, desintoxicante, anticancerígena, antidiabética, laxante, antianêmica, mineralizante, antiasmática, antileucêmica, tônica, anti-hemorroidária, amarga, mucilaginosa, calmante e depurativa. A raiz é emoliente, béquica e expectorante.

INDICAÇÕES: Favorece a restauração de tecidos ulcerados, feridas, cortes, fraturas e afecções ósseas. Atua como indutor da produção calcária. Indicada ainda para hematúria, tuberculose, intoxicações gerais, hepatite, bronquite, lábios secos ou rachados, hemoptises, furúnculos, úlceras, cefalalgias, icterícia,  debilidade, queimaduras, gastrite e senilidade prematura. Elimina sardas, espinhas, irritações na pele e dores nos olhos, nas costas e nos músculos; regulariza a pressão arterial.  A raiz, que é a parte mais utilizada, normaliza a atividade sexual e mantém a pigmentação natural do cabelo. Cozida em vinho, combate a hemoptise e regula os fluxos sangüíneos.

FORMAS DE USO
·     Alcoolatura: misturar 1 parte de sumo das folhas em 5 partes de álcool. Aplicar sobre as partes afetadas.
·   Cataplasma: amassar as folhas até ponto de pasta e aplicar sobre o ferimento. Pode-se adicionar um pouco de glicerina à pasta.
·      Emplastro: esmagar as folhas em água morna e aplicar sobre o ferimento 2 vezes ao dia. No caso de contusões e inchaços, colocar o emplastro dentro de um pano antes de aplicar.
·      Infusão ou Tisana:
Þ  30g de folhas por litro de água.
Þ  2 folhas maturas em 2 copos de água quente. Tomar 3 vezes ao dia.
·      Compressa: usar o decôcto das folhas sobre feridas e queimaduras, várias vezes ao dia.
·      Decôcto: ferver por 5 minutos 1 colher das de chá de rizoma em 1 xícara das de chá de água. Tomar 3 xícaras ao dia (bronquite e tosse). Para úlceras internas, tomar 1 xícara em jejum e após as refeições.

TOXICOLOGIA: O uso interno pode resultar em irritações gástricas, graves lesões hepáticas e carcinogênicas, devido aos alcalóides pirrolizidínicos, que também são mutagênicos e pneumotóxicos. O consumo de leite, carne e mel de animais cronicamente contaminados pode também resultar em efeitos deletérios ao homem. O Ministério da Saúde do Brasil proíbe o uso interno do confrei.  As folhas do confrei tem uma pubescência irritante à pele.

OUTRAS PROPRIEDADES
·      A raiz é adocicada e mucilaginosa.
·      Obtém-se da planta uma tinta vermelha para o tingimento de peles e lãs.

·      É muito utilizada como forrageira, pelo alto teor protéico e pela alta produção de massa verde.

Aguapé - Eichhornia crassipes (Mart.) Solms

17:23 Posted by Multiflora Fernandopolis



NOME CIENTÍFICO: Eichhornia crassipes (Mart.) Solms

FAMÍLIA BOTÂNICA: Pontederiaceae.

SINONÍMIA: Aguapé-de-flor-roxa, baroneza, camalote, dama-do-lago, jacinto-d'água, murerê, mureru, muriru, murumuru, mururé-de-canudo, orelha-de-veado, orquídea-d'água, parecí, pavoã, rainha-dos-lagos

HABITAT: Espécie autóctone da região amazônica, mas que se disseminou para os subtrópicos. Habita em ambientes aquáticos, com água parada ou corrente. Toleram águas salgadas por curtos períodos.

FITOLOGIA: Planta herbácea perene, medindo 20 a 25cm de altura, suculenta, aquática. Raízes compridas, particularmente nas plantas à deriva, muito ramificadas e azuladas. Talos carnosos, cilíndricos, verdes, glabros, lisos. Filódios sésseis ou peciolados, dispostos em roseta, flutuantes ou emergentes. O limbo é orbicular, obtuso no ápice e com pecíolo basal inflado, formado internamente por parênquima esponjoso, que permite a plena flutuação da planta. As flores, em número de 4 a 15, são azuis ou lilacinas e estão reunidas em espigas, podendo medir 4 a 10cm de comprimento. Fruto botuliforme, incluso no perianto. Semente ovóide, escura, nervada, com cerca de 1mm de diâmetro.

AGROLOGIA:
·   Ambiente: O uso medicinal da planta só deve ser feito quando se pratica o cultivo agroecológico, procurando-se povoar lagos e açudes com água de boa qualidade, principalmente livre de metais pesados. A planta tolera níveis elevados de acidez, com um pH até 4,0. A profundidade da área alagada não pode ser demasiada, pois a planta só floresce quando ocorre o enraizamento no solo.
·      Densidade: 1 planta para cada 40m2 de lâmina d'água. Constatou-se experimentalmente que a partir de duas mudas de aguapé, obtém-se 30 brotamentos em 23 dias, ou 1.200 plantas em 4 meses.
·      Propagação: vegetativa, através de divisão dos talos, que são colocados diretamente na água. Pode ser feita por sementes, porém estas não germinam dentro da água. As sementes devem ser semeadas em bandejas de isopor ou canteiros, e irrigadas diariamente. A viabilidade das sementes pode chegar a 15 anos, em condições desfavoráveis à germinação.
·      Consórcio:  Pistia stratiotes, Eichhornia azurea, Azolla caroliniana, Typha angustifolia e Acorus calamus.
·      Produção: 480t/ha/ano.

PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Sedante e anafrodisíaca.

INDICAÇÕES: A decocção ou a maceração das folhas em água é utilizada para combater a hepatite, além de ser refrescante. A mucilagem de aplica sobre furúnculos e abcessos. A infusão das flores é utilizada como febrífuga e diurética.

OUTRAS PROPRIEDADES:
·      É depurativa e termoreguladora da água. Tem a capacidade de retirar metais pesados da água.
·      As raízes atuam como incubadoras de ovos de peixes, que ao nascerem se alimentam delas.
·      É forrageira muito apreciada por bovinos e suínos, além de conferir um ótimo sabor à carne dos animais.
·   As folhas são utilizadas na confecção de esteiras, cordas, cadeiras, cortinas e outros artesanatos trançados

·      Indicada como adubo verde pois os minerais da planta, que corresponde a 1% do peso verde da planta, contém 28,7% de potassa, 21% de cloro, 12% de cal, 7% de anidrido fosfórico, 1,8% de soda, 1,28% de nitrogênio e 0,59% de magnésia.

Batata-do-inferno

19:13 Posted by Victinho Fernandópolis



Ela por se tratar de uma planta tóxica logo recebeu o nome popular de batata-do-inferno, tártago ou perna-inchada, mas a Jatrofa (Jatropha podagrica) é também um belo arbusto para se compor jardins desde que não se tenha crianças ou pequenos animais por perto.
A Jatrofa é da família das Euforbiáceas (Euphorbiaceae) originária da América Central e Guatemala que pode atingir até um metro de altura, com folhas sempre verdes e decorativas em formato orbicular de até 25 cm. com flores agrupadas em hastes florais na cor vermelha, que surgem sempre na Primavera e Verão.
Seu cultivo em jardins é recomendado em forma de maciços em jardins rochosos, o clima deve ser quente e úmido em solo arenoso e rico em matéria orgânica, suas regas devem acontecer pelo menos uma vez por semana na Primavera e Verão e a cada 2 ou 3 vezes por semana no Inverno, sua propagação acontece através de estaquia dos ramos no Outono, no período de Março a Maio, a luminosidade exigida é o sol pleno e não exige podas radicais, apenas a retirada dos ramos secos, doentes ou mal formados.
Mesmo considerada uma planta muito rústica que quase não dá trabalho, a Jatrofa deve ser adubada pelo menos uma vez ao ano com farinha de osso, farinha de peixe ou torta de algodão, Fosforita, superfosfato, termofosfato ou NPK rico em P.



Nome Cientifico - Jatropha podagrica
Nomes populares - Tártago, batata-do-inferno, Perna-inchada ou Jatrofa
Origem - América Central, Guatemala
Caracteristica - arbusto
Uso - maciço em jardins rochosos
Flores - vermelhas que florecem no Verão e Primavera
Porte - até um metro de altura
Clima - quente e úmido
Luminosidade - sol pleno
Solo - arenoso rico em matéria orgânica
Regas - frequentes mas sem encharcamentos
Propagação - por estaquia dos ramos
Época de Propagação - Marco, Abril, Maio
Poda - só de limpeza
Adubação - NPK rico em P


Kaizuka

18:29 Posted by Victinho Fernandópolis



A Juniperus chinensis conhecida popularmente como Kaizuka e uma árvore com folhas sempre verdes e particularmente bem decorativas em formato de agulha da família das Cupressáceas (Crupressaceae) nativa nas regiões da Ásia, Japão e China que pode atingir até 6 mts. de altura e que com o tempo se tornou uma das espécies preferidas dos paisagistas na hora de compor um jardim com um toque de sofisticação.
É cultivada ao sol pleno em jardins, na forma de exemplar isolado, prefere o clima ameno e não exige solo ideal para se desenvolver bem, suas regas devem ser frequentes nos primeiros meses apos o plantio e uma vez por quinzena quando não chover, sua propagação acontece por sementes em quase o ano todo, por se tratar de espécie bem rustica, quase não dá trabalho, mas é aconselhável a aplicação de torta de mamona, farinha de peixe ou de sangue pelo menos uma vez ao ano. Salitre-do-chile, uréia, nitrocálcio ou adubo N-P-K rico em N, também são ótimas alternativas de adubagem.



Nome Científico - Juniperus chinensis
Nomes Populares - Kaizuka
Origem - Ásia, Japão e China
Família - Cupressáceas (Cupressaceae)
Características da planta - árvore
Porte - ate 6 mts. de altura
Uso - isolado
Folhas - bem verdes e decorativas de até 8 cm
Solo - pouco exigente
Regas - frequentes quando plantada
Propagação - sementes
Luminosidade - sol pleno
Adubação - NPK rico em N
Clima - ameno
Curiosidades - é também conhecida como Torulosa
Grau de Dificuldade - bem rústica


Orquídea Pato Voador

11:23 Posted by Multiflora Fernandopolis

Caleana major


Ela é rara e muito difícil de ser vista fora de seu habitat natural, mas sua beleza é encantadora, sua pequenina e sensível flor exótica que muito se assemelha a um minusculo pato em pleno voo, a Caleana major é mais uma planta que nos leva a admirar a Natureza com mais detalhes e apreço. Esta herbácea terrestre é originária do sul e do leste da Austrália em florestas abertas de eucaliptos e áreas costeiras pantanosas ou ensolaradas de várzea, onde se perde diante da riqueza de demais espécies que a cercam, seu pequeno porte e cores costumam não chamar muito a atenção a não ser do seu polonizador que é atraído pelo formato peculiar de sua flor identificando-a como sendo a fêmea de sua espécie. O processo de polonização desta exótica espécie é conhecido como pseudocopulação, uma determinada variedade de vespa depois de atraída pela beleza da flor fica aprisionada pela planta num sistema natural de armadilha que força a vespa a passar pelas políneas carregando o pólen. A Natureza é tão fantástica que a flor desta orquídea após sofrer a ação do polonizador logo se abre novamente para dar continuidade ao ciclo da vida. A orquídea pato voador floresce na primavera e verão, cerca de 2 a 4 flores marrom-avermelhadas de 15 a 20 mm que não podem ser cultivadas em viveiros por causa da deficiencia em se criar as condições mínimas exigidas pela planta, condições únicas de seu habitat natural, sendo assim, se torna quase impossível de se admirar de perto um exemplar desta exótica e rara espécie de orquídea fora do seu ambiente.
Catalogada pelo colecionador botânico George Caley, a Pato-voador tornou objeto de desejo de diversos orquidófilos pelo mundo que almejam cultivá-la em larga escala de forma comercial.


Nome Científico: Caleana major
Sinonímia: Caleya major
Nomes Populares: Orquídea Pato-voador, Pato-voador, Orquídea Pato
Família: Orchidaceae
Categoria: flores, orquídeas, exóticas
Clima: SubtropicalTropical
Origem: AustráliaOceania
Porte: 0.3 a 0.4 metros0.4 a 0.6 metros
Luminosidade: Luz DifusaMeia SombraSol Pleno
Ciclo de Vida: Perene
Curiosidades: não é reproduzida em viveiros de forma comercial por ser muito perecível, se assemelha com um pequeno pato em pleno voo.

Jasmim-asa-de-anjo

11:12 Posted by Multiflora Fernandopolis



O Jasmim-asa-de-anjo ou Jasminum nitidum ou Jasmim-estrela pertencente à família das Oleáceas (Oleaceae) teve sua origem no Pacífico e seu uso é recomendado para compor a forração de cercas e grades. Seu porte é de até 3 mts de altura quando adulta e suas principais características além da beleza são, as abundantes flores brancas que florescem durante a Primavera e Verão e o perfume agradável que exala no ambiente, suas folhas são sempre-verdes e particularmente bem decorativas, em formato ovalado de até 6 cm.
Sua indicação de cultivo é para jardins que possuam clima quente e úmido em solo arenoso e rico em matéria orgânica, com frequência de rega de 2 a 3 vezes por semana nos meses quentes e 1 vez por semana em épocas mais frias.
Sua propagação acontece por meio de estaquia da ponta dos ramos durante o Inverno e Primavera.
O Jasmim-asa-de-anjo prefere sol pleno em locais de clima frio e meia-sombra em regiões mais quentes e não exige cuidados especiais a não ser a necessidade de ser tutorado para subir as estruturas, sua poda deve ser apenas de limpeza e direcionamento e a adubação pode ser feita pelo menos uma vez por ano com NPK rico em P. Vale a pena cultivar esta bela espécie florífera em sua casa, os beija-flores irão aprovar, além disso exala perfume agradável ao ambiente.

Nome Científico: Jasmim nitidum
Nomes Populares: Jasmim-asa-de-anjo, Jasmim-estrela
Origem: Pacífico
Família: Olaceae
Porte: até 3 mts de altura
Clima: Tropical, Subtropical
Solo: arenoso, rico em matéria orgânica
Regas: frequentes
Flores: brancas com perfume característico
Luminosidade: sol pleno e meia-sombra
Grau de Dificuldade: é bem rústica
Propagação: estaquia da ponta dos ramos
Poda: de correção e limpeza
Adubação: NPK rico em P uma vez por ano
Curiosidades: exala perfume agradável e pode ser conduzido para forração de cercas e grades

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